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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Diferença entre Espírito Evoluído X Espírito Involuído


DIFERENÇA ENTRE ESPIRITO EVOLUÍDO X ESPIRITO INVOLUÍDO
A purificação e a desintoxicação do corpo permite que o físico alcance uma vibração energética muito mais fluida, deixando com isso o espirito livre para se movimentar com muito mais facilidade para dentro e para fora do corpo. A não alimentação provoca um poder espiritual mais ativo e isso permite que a pessoa possa viver novas e diferentes realidades pessoais. O ser purificado trabalha no campo invisível com consciência, realiza viagens astrais, desperta a intuição, abre sem medo o coração e aceita totalmente o mundo espiritual como verdade. Passa a ter consciência. As experiências no campo invisível que um ser que desintoxica o corpo vive, passam a ser constantes, são experiências poderosas e de trazem grande ajuda para toda a humanidade. Sentir e entender o que é o espirito, é o inicio do entendimento sobre toda a obra da criação, e esse é o objetivo principal em limpar a matéria. Estar limpo e Uno com a criação.
O involuído está preso ao mal. Procura através da força, da guerra eliminar o mal que lhe tenham causado. Na realidade combate um mal com outro maior. Observe o Estado aplicando a pena de morte naquelas pessoas que cometeram crimes hediondos. Isso não leva a nada, pois a conseqüência é um nível maior de violência, visto que o fogo não se apaga com mais fogo, mas com água. O perdão é o único elemento que verdadeiramente elimina o mal. Sem ele, a humanidade está moralmente perdida. Por que o perdão é o elemento fundamental da evolução do ser humano? Raciocinemos em termos da lei natural. De acordo com as instruções dos Espíritos superiores, a lei natural está gravada na consciência de cada um dos seres humanos. Ora, nós não precisamos usar a força contra aquele que nos causou dano, quer seja material ou moral; basta deixarmos tudo por conta dessa lei natural, que ela se encarregará de aplicar a justiça. O perdão não é apanágio das almas fracas; é a força dos grandes homens que acreditam em Deus e na sua justiça através do cumprimento de seus mandamentos.
A libertação do Espírito deve se basear na prática das virtudes. De nada adianta, após termos sofrido um mal, agrava-lo ainda mais com o nosso destempero emocional. É factível pensar que, se estamos encarnados neste mundo de provas e expiações, não somos seres angelicais. Contudo, nada nos impede de envidar todos os esforços possíveis para colocar em prática os estímulos amorosos enviados pelos nossos benfeitores espirituais. Basta apenas que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir. Por pior a situação em que nos encontramos, devemos sempre serenar o nosso pensamento.

Obsessão e Desobsessão


Obsessão, segundo o espiritismo, seria a interferência prejudicial exercida por um espírito sobre outro, sejam eles encarnados (homens vivos) ou desencarnados (pessoas falecidas).

A respeito da influência que os espíritos exercem sobre as pessoas, O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, dedica um capítulo inteiro ao assunto.

No que tange aos tipos possíveis de obsessão, a crença espírita apresenta uma classificação em três graus de intensidade crescente, a saber:
  • A obsessão simples, que ocorre quando um espírito ou vários influenciam a mente de um médium com suas idéias, mas de maneira tal que o médium consciente percebe. A obsessão simples perturba, podendo causar constrangimento quando o médium inexperiente exprime de forma desavisada pensamentos que não são seus e somente se dá conta disso depois. No entanto, ele, médium, permanece senhor de si mesmo e reconhece quando fala ou age sob influência, sendo a ele possível, com estudo, aprender a controlar-se.
  • A fascinação é uma ação direta e constante do pensamento de um espírito sobre a mente do médium paralisando-lhe o raciocínio de tal modo que este aceita tudo que lhe é passado pelo espírito como a mais pura verdade, reproduzindo, desde informações simplórias aos mais completos disparates, como se fosse tudo fruto da mais profunda sabedoria. O espírito que se dedica à fascinação de um médium é ardiloso pois, primeiro, ele tem que ganhar a confiança irrestrita do médium para aos poucos ir dominando seu raciocínio.
  • A subjugação é uma influência tão forte sobre a mente do médium que este não mais raciocina nem age por si mesmo, agindo como marionete do espírito ou dos espíritos que o influenciam.
A obsessão simples tanto pode ser resultado da ação de espíritos voltados para o mal que querem prejudicar o médium por sentir prazer nisso, como de espíritos que identificaram no médium alguém que lhes prejudicou ou agrediu física ou moralmente em outra existência e, não tendo evoluído a ponto de perdoá-lo, dele buscam vingança. A fascinação tanto pode ser uma ação dirigida contra o médium, para fazê-lo parecer ridículo e, assim, humilhá-lo, como uma ação dirigida a um grupo ou a toda uma comunidade visando criar um movimento de oposição a outros voltados ao bem e à busca da verdade. Os casos de subjugação, finalmente, são os mais complexos, pois se trata sempre da ação de espíritos que têm profundo ódio pelo médium, tudo fazendo para lhe arruinar a existência.

Na visão espírita, nem toda perturbação emocional tem origem espiritual, sendo sempre importante a averiguação médica das origens da mesma. Identificando-se, porém, uma ocorrência de obsessão, recomenda-se o tratamento de suas causas, ao mesmo tempo em que o tratamento médico lhe trata os efeitos. Como o espiritsmo vê, na obsessão e na subjugação, a ação de espíritos desencarnados que odeiam o médium e querem se vingar dele , aos quais chama de obsessores, ele preconiza o esclarecimento dos mesmos à luz da Lei de Causa e Efeito ao mesmo tempo em que enseja ao médium e àqueles que se preocupam com ele uma ação efetiva em busca do auto-aprimoramento, baseada no estudo da Doutrina Espírita e na dedicação à caridade. O tratamento da obsessão, chamado de desobsessão, é sempre feito em um Centro Espírita. Nele se utiliza a Lei de Causa e Efeito na tentativa de mostrar aos obsessores que aquele por quem eles nutrem ódio hoje, em função de lhes ter feito mal em existência passada, teria, em existência ainda mais remota, sido a vítima cujos agressores teriam sido eles, ocasião em que teriam plantando a semente do mal que mais tarde os viria a afligir. Quebrar o círculo vicioso do ódio entre obsessor e obsediado é tarefa que requer do esclaredor espírita, paciência, perseverança e conhecimento dos mecanismos da vida. A desobsessão espírita é baseada no amor, pois procura ver a todos, obsessores e obsididados, como irmãos e irmãs queridos necessitando de esclarecimento.

Informações sobre a Mediunidade

Mediunidade

“A  mediunidade  é um  dom  de Deus.  Seu  fim  é pôr-nos  em relação  direta  com  as  almas daqueles que  viveram.” Allan Kardec, O que é o Espiritismo, 37. ed., p.181-182

“Maravilhosa  ponte  que  liga  o mundo  físico  ao  espiritual,  a  Terra  ao  Espaço  – descerra  as  portas do Infinito, possibilitando  o amoroso reencontro das almas  desencarnadas  com  as  encarnadas.”  (Martins Peralva, O pensamento de Emmanuel,  5. ed., p.44)

“Mediunidade é a faculdade humana, natural, pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. Não é um poder oculto que se possa desenvolver através de práticas rituais ou pelo poder misterioso de um iniciado ou de um guru. A Mediunidade pertence ao campo da comunicação.” (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.06.)

Médium

“Todo  aquele  que  sente,  num  grau qualquer, a influência dos Espíritos  é,  por  esse  fato,  médium.  Essa  faculdade é  inerente ao homem.” (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, 59.ed., cap.  XXXII, p.487).

“Médium quer dizer medianeiro, intermediário.”  (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.06.)

“O médium deve ser espontâneo, natural, uma criatura humana normal, que não tem motivos para se julgar superior aos outros.”  (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.08.)

“Os médiuns são interpretes encarregados de transmitir aos homens os ensinos dos Espíritos. Ou melhor: são os órgãos materiais, por meio dos quais os espíritos se exprimem de modo a serem compreendidos pelos homens. Santa é a missão que desempenham, porquanto ela tem por fim rasgar horizontes da vida eterna. [...]
Intérpretes dos ensinos dos Espíritos, os médiuns têm que desempenhar importante papel na transformação moral que se está operando. Os serviços que podem prestar dependem da boa direção que derem àquela faculdade, pois os que se encontram em mau caminho são mais nocivos do que úteis ao Espiritismo. Por efeito das más impressões que causam, retardam mais de uma conversão. Eis porque severas contas lhe serão pedidas do uso que houverem feito da faculdade que lhe fora outorgada para o bem de seus semelhantes. “ (Emmanuel, O Consolador, 24.ed., pergs 382-387)

Mediunidade e Sintonia

“Desencarnados  e  encarnados,  em  todos  os  setores  de atividade  terrestre, vivem na mais  ampla  permuta  de  idéias.  Cada mente é um  verdadeiro  mundo de emissão e  recepção e cada qual atrai os que se lhes assemelham. Os tristes agradam aos tristes, os ignorantes se reúnem, os criminosos  comungam na mesma esfera, os bons estabelecem laços recíprocos de trabalho e realização. Aqui  temos o fenômeno intuitivo, que, com maior ou menor intensidade, é comum a todas as criaturas, não só no plano construtivo, mas também no círculo de expressões menos elevadas. ”  (André Luiz, Missionários da Luz, 36. ed., p. 53).

“A mente, em qualquer plano, emite e recebe, dá e recolhe, renovando-se constantemente para o alto destino que lhe compete atingir. Estamos assimilando correntes mentais, de maneira permanente.  De modo imperceptível, ingerimos pensamentos, a cada instante, projetando, em torno de nossa individualidade, as forças que acalentamos em nós mesmos.” (Emmanuel, Roteiro, 6.ed., p.112-113).

Mediunidade e Estudo

“A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias, pois, de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma do personalismo, em detrimento de sua missão. “(Emmanuel, O consolador, 14.ed., perg. 387)

“O Estudo doutrinário estimula a criação de um estado íntimo, otimista, equaciona os problemas afligentes que cedem lugar à confiança na fatalidade do bem, que a todos se destina.
Origina-se aí a auto confiança, com o consequente  libertar das preocupações exageradas e da valorização de insignificâncias que se responsabilizam por muitas aflições.” (Manoel P. de Miranda,  Temas da vida e da morte, 4.ed., p.132).

“Ainda outra vantagem apresenta o estudo prévio da teoria - a de mostrar imediatamente a grandeza do objetivo e o alcance desta ciência. Aquele que começa por ver uma mesa a girar, ou a bater, se sente mais inclinado ao gracejo, porque dificilmente imaginará que de uma mesa possa sair uma doutrina regeneradora da humanidade. Temos notado sempre que os que crêem, antes de haver visto, apenas porque leram e compreenderam, longe de se conservarem superficiais, são, ao contrário, os que mais refletem. Dando maior atenção ao fundo do que à forma, vêem na parte filosófica o principal, considerando como acessório os fenômenos propriamente ditos.” (Allan Kardec, O livro dos médiuns, p.49).

Jesus

“ Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou: Não irei pelo caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. E, indo, pregai, dizendo: O reino dos céus está próximo. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dái. Não leveis ouro, nem prata, nem cobre, nos vossos cintos; nem alforje para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão; pois é o trabalhador do seu alimento. E em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai sabem quem nelas seja digno, e hospedai-vos aí até que vos retireis.” (Mateus, 10-5:11)

“O exercício da mediunidade com Jesus, isto é, na perfeita aplicação dos seus valores a benefício da criatura, em nome da Caridade, é que o ser atinge a plenitude das suas funções e faculdades, convertendo-se em celeiro de bênçãos, semeador da saúde espiritual e da paz nos diversos terrenos da vida humana, na Terra.” (Joanna de Ângelis, Estudos Espíritas,  2.ed., p. 141)

“Jesus, que na Terra exerceu a função de Médium de Deus, e com Seu pensamento mantinha constante identificação, jamais se escusava de atender à infelicidade e ao sofrimento de qualquer procedência [...] enfim, atendeu aos enfermos do corpo e da alma que somos quase todos nós, e que, tanto tempo após a sua estada em nosso meio, prossegue sem nos abandonar por um momento sequer.” (Manoel P. de Miranda, Temas da vida e da morte, 4 .ed., p.141).

O que é Mediunidade?


A mediunidade é o nome atribuído a uma condição humana que permite uma comunicação entre encarnados e desencarnados. Ela se manifesta independentemente de religiões, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. Porém, usualmente, apenas aqueles que a apresentam num grau mais perceptível são chamados médiuns.

Assim, um espírito que deseja se comunicar entra em contato com a mente do médium e, por esse meio, se comunica oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se faz visível ao médium (vidência). Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, descreve também fenômenos de ordem física, como batidas (tiptololigia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), e ainda materializações ectoplasmáticas em que o espírito desencarnado se faz visível e até palpável aos presentes no ambiente onde ocorra o fenômeno. Outras formas de comunicação com os espíritos podem ser encontradas em "O Livro dos Médiuns".

A mediunidade independe das condições morais do indivíduo. Às vezes, criaturas de moral duvidosa possuem belíssimas faculdades, enquanto outras, probas, cultas, dedicadas às coisas de Deus, não conseguem produzir nem mesmo pequenos efeitos. A mediunidade, conforme a define Allan Kardec, depende de uma organização física mais ou menos apropriada para manifestar-se. É proveniente de uma disposição orgânica existente entre as ligações do corpo carnal com o perispírito.

Existem dois obstáculos que dificultam a prática da mediunidade de modo racional e produtivo. O primeiro deles é o uso que se pode dar à faculdade. Há médiuns que a utilizam de forma incorreta e prejudicial a quem deles se serve. Tornam-se adivinhadores ou meros ledores de sorte. O outro problema é a presença ostensiva de espíritos inferiores junto dos médiuns, quando começam o exercício da faculdade. Tal fato constitui-se em verdadeiro estorvo ao progresso dos iniciantes, principalmente quando ainda estão envolvidos naturalmente pela insegurança.

A Blogueira

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Olá! Meu nome é Chiara, mais conhecida pela internet por Hécate! Tenho 23 anos e pratico Bruxaria natural há pouco mais de 1 ano. E estudo desde meus 19 anos de idade! Criei este blog para estudos , se quiser se juntar ao meu recanto mágico venha, e estude comigo! Seja Bem Vindo(a)! <3

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"É gente muito estranha as Bruxas. Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos. Gente que fala com plantas e bichos. Dança na chuva e alegra-se com o sol. Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações... Eh!!Gente muito estranha essas Bruxas. Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia. Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energiadas grandes marés, que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural. Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos. Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão. Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos, independente das agruras do caminho. Essa gente, vê o passado como referencial , o presente como luz e o futuro como meta. São estranhas as Bruxas! Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia e através da incessante luta pela paz!" ...E estou muito feliz por conhecer várias Bruxas, fazer parte dessa "estranheza" maravilhosa e assim, com muito orgulho, poder ser chamada de BRUXA!!!!"

Uma boa bruxa sabe mexer com oráculos! ;)

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